
A evolução tecnológica na indústria automotiva hoje em dia é mais rápida do que a velocidade de um Fórmula 1. Do momento do projeto até a saída do veículo da linha de montagem para o mercado já se passaram muitos processos, pesquisas e exaustivos testes.
As engenharias das montadoras e dos grandes sistemistas trabalham juntos por dois ou três anos para adiantar toda a tecnologia que vai estar no mundo no momento do carro pronto. Não é fácil, mas se eles passam tanto tempo no desenvolvimento, imaginem o que os mecânicos devem passar para poder reparar essas belezinhas high tech.
E tudo mudou de duas ou três décadas para cá, e o setor da reparação, por competência e orientação, conseguiu acompanhar muito dessa evolução. Hoje é difícil ver um bom mecânico, veja estamos falando dos bons profissionais, que não se preocupam com atualização e capacitação.
Além disso, é claro, investir em equipamentos e ferramentas apropriadas para fazer o serviço é ponto obrigatório. Atualização. Essa é a palavra de ordem do setor da reparação, é assim que teremos armas suficientes para encarar a tecnologia e a evolução automotiva, afinal, já vivemos esse mundo digital faz algum tempo.
Porém, com a era da tecnologia embarcada foi apenas uma consequência a oficina se equipar para reparar os veículos. São realmente aparelhos de última geração, que, sobretudo, precisam ser operado por mãos e mentes conhecedoras do produto.
Hoje tudo é diferente e a tendência é que essa correria para se equipar para os novos produtos que chegam ao mercado continue. E nós não podemos parar por aqui. Vamos arregaçar as mangas e colocar mais uma vez as mãos na massa!
Um grande abraço e até breve!